Roberta Stella | Nutrição sem dieta


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Gordos, magros e obesos – uma história do peso no Brasil

Os significados do corpo são uma construção social que influenciam os fatores econômicos, políticos e culturais. O entendimento de que a forma e o volume corporais como indicação de saúde é muito recente, datando, no Brasil, a partir de 1950 com o desenvolvimento de políticas públicas de saúde, dos direitos dos trabalhadores e, também, do conhecimento científico da Nutrição e saúde. Em seu livro Gordos, magros e obesos, a historiadora Denise Bernizzi Sant’Anna revela como era o entendimento do volume do corpo desde pouco antes da proclamação da República até os dias atuais.

No livro, é mostrado como um corpo gordo, antes sinônimo de sucesso, fartura e saúde, passou a ser interpretado, exatamente, da maneira inversa: hoje, o gordo é visto como um corpo não saudável carregando o peso, não só da falta de saúde, mas, também, de outros estereótipos como dotado de fraqueza moral e intelectual.

Em um momento da história brasileira, houve o pavor em emagrecer, considerando que era uma época em que a desnutrição predominava junto com o medo de surtos epidêmicos de doenças que ocorreriam no início do século XX. Época em que ser gordo não era uma questão a ser problematizada. Continuar lendo


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Sobre magros e gordos

Uma sombra ou crítica que acompanha os nutricionistas que dizem não às dietas é que eles fazem a defesa do corpo gordo o que, irresponsavelmente, incentivaria essas pessoas a ficarem doentes. Somente essa frase daria um outro texto no qual a “saúde em todos os tamanhos” ou health at every size (HAES) seria a argumentação para entender que ter um corpo gordo não significa, necessariamente, uma pessoa sem saúde. Pessoas que têm a ideia de que o risco é causalidade propagam um erro grave de interpretação de resultados estatísticos. É sabido que não são todas as pessoas com diabetes, hipertensão, doenças coronarianas ou cânceres que apresentam obesidade. Por isso, julgar o corpo gordo como doente ou que irá desenvolver alguma doença em algum momento é mais uma questão de estigma que o acompanha do que de embasamento estatístico-científico sobre saúde.

Por outro lado, e parece que é mais fácil entender quando é falado do corpo magro, não há a relação de que essa forma de corpo isenta essas pessoas da doença. Você deve conhecer pessoas magras que tem diabetes ou câncer ou hipertensão. Mas você sabe que não são todas as pessoas que tem alguma doença crônica, magras; muito menos, associa que aquelas que não estão doentes hoje, todas desenvolverão algum problema de saúde.

Agora, por que estar com o IMC acima de 25, instantaneamente, leva as pessoas a deduzirem que todas estarão com alguma doença crônica em algum momento da vida? Por que há a crença da relação de causalidade entre estar com excesso de peso e doenças sendo que a relação é de risco?

Assim, quando falamos sobre corpos, não se trata de estar a favor dos magros e contra os gordos ou, então, a favor dos gordos e contra os magros. Essa dicotomia em relação ao peso (magros e gordos) é criticada tanto quanto a dos alimentos (bons e ruins, saudáveis ou não).

A busca é pelo peso natural. Isso é muito importante entender porque, se há a manutenção de um peso baseado em restrições alimentares, esse peso não é natural. Isso significa que se você precisa “controlar” ou “maneirar” em algum determinado alimento durante a semana para se permitir “um pouco no final de semana” e isso te faz ficar dentro desse peso, a estratégia está errada e, provavelmente, esse peso não é o seu naturalmente.

No meio da frase acima, há muitos aspectos a serem entendidos como respeito aos sinais da fome e da saciedade, desenvolvimento da autonomia alimentar e deixar de lado o “fiscal” ou “policial” da comida que coloca sempre o papel julgador em ação. Entendendo todos os aspectos relacionados na escolha e na quantidade de comida ingerida, o peso é consequência.

Nesse momento, começará a entender que, talvez, aquele peso menor não é, naturalmente, seu. Talvez, aquele peso maior não é, naturalmente, o seu.

Percebe-se, então, que peso é consequência de atitudes alimentares. Se as atitudes alimentares são ajustadas para as mais adequadas, o peso que se chegará é o que é o mais natural para você.

Aí, vem o trabalho de aceitação corporal, principalmente, em uma cultura tão opressora para o corpo mais pesado, em aceitar o peso maior do que aquele mantido artificialmente com restrições alimentares. Perceba que digo mais pesado porque, muitas vezes, encontrar o peso natural não significa sair do magro para o obeso. A maior parte, fica dentro do IMC normal, talvez, no sobrepeso. Mas, hoje em dia, isso é tão opressor que é traduzido como gordo ou obeso.

Entender, também, que comportamentos mais adequados em relação à alimentação e ao maior movimento do corpo são os aspectos modificáveis que se relacionam com a melhoria da saúde e do bem estar. O peso não é um comportamento, ou seja, não é modificado por si só. O peso muda se atitudes em relação à forma de se alimentar são ajustadas. Por isso, peso não é objetivo e nem meta. Peso natural é consequência e, para atingi-lo, a caminhada é longa (bem mais longa que as dietas restritivas), mas é um trabalho libertador para aceitar o peso natural e, ao mesmo tempo, melhorar o bem estar.


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A restrição travestida de saúde e bons valores

Esse mês, a Vogue e a Veja Rio destacaram a prática do jejum intermitente em suas capas. Diferentemente do que seria, no mínimo, uma matéria para reflexão e discussão, essas chamadas não incentivavam o entendimento da melhor forma de se alimentar (!), mas, sim, eram tendenciosas mostrando o quanto essa prática alimentar “dá resultados” para emagrecer e para a saúde.

 

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Informações equivocadas e irresponsáveis presentes na mídia prejudicam a relação das pessoas com o corpo, com a comida e são gatilhos para o desenvolvimento de transtornos alimentares. Quem se importa?

 

Não é de hoje que as mídias exploram escandalosamente a alimentação com finalidades estéticas, dietas para emagrecer e para entrar em forma. Dá IBOPE, aumenta as vendas, os views, os likes e os compartilhamentos. Infelizmente, quem escreve está pouco se preocupando com a nossa saúde. A meta é de venda, faturamento, visualizações e seja lá qual for o número interessante para a empresa. Vejo a radicalização das chamadas, distorções de conceitos e pouca empatia com as pessoas que sofrem com a insatisfação corporal e uma relação transtornada com os alimentos. Eu poderia listar muitas outras consequências de informações tão ruins, tão banalizadas, tão sem responsabilidades que os veículos estão se dispondo a divulgar. E não percebem o perigo. E se percebem, sinceramente, não estão preocupados com o que está acontecendo com você ou com o que pode acontecer. Essa é a triste realidade. Zero empatia.

Você, caro leitor, é pego sorrateiramente. De tanto ouvir que jejum é bom, que tem não sei qual número de estudos comprovando os impactos positivos para a saúde dessa estratégia alimentar, você passa a acreditar. Isso se chama internalizar a informação. É aquele momento que, se antes você duvidava, agora, tem como verdade, é inquestionável. E vai o pobre nutricionista dizer cuidado que ela pode piorar a sua situação quando, na verdade, tantos outros defendem o jejum, médicos dizem que ele é ótimo para emagrecer!

Quero dizer aqui que, por mais que haja estudos suportando a afirmativa de que há evidências na melhora de indicadores de saúde (e não de estética, corpo magro para atender a um padrão de beleza), tenho que avisar que a vida não acontece em um laboratório e não é uma experiência altamente controlada. Não, não é!

As escolhas alimentares são complexas e extrapolam a questão metabólica e dos nutrientes. Isso diz respeito aos significados da comida, significados esses sociais (pense o quanto os alimentos unem as pessoas), religiosos (imaginem a mesa do almoço de Páscoa, da ceia de Natal), emocional (comer nos remete à momentos e pessoas importantes na nossa vida).

Entretanto, vivemos na era da restrição alimentar. Ela nunca foi tão vangloriada e quem a suporta nunca foi tão enaltecido. Quem faz jejum é alguém antenado com a restrição moderna, é cool e carrega todos os clichês e estereótipos que a dieta traz: tem força de vontade, é focado e determinado. Pela complexidade das nossas escolhas alimentares como dito anteriormente, comer vai além de pensar em nutrientes e processos metabólicos que acontece no corpo na ausência e na presença de comida.

Restringir alimentos e calorias, e jejuar na sua forma mais grave leva a comportamentos e sensações negativos. Fissura alimentar, negação da fome e vontade de comer, raiva, atitude do tudo ou nada, excesso alimentar e episódios compulsivos, culpa, pensamento de que precisa restringir ainda mais, dietas e jejum e, assim, como se fosse um loop que persegue a vida, é construída uma relação completamente distorcida e transtornada com os alimentos e com a alimentação.

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Dieta dá fome.

 

Nesse mundo tão restrito às contas, metas, valores morais tão pequenos e mesquinhos, e de pensar que a vida é o lifestyle fake (estilo de vida falso) que vemos nas redes sociais, deixamos de olhar para o sofrimento, algo proibido de ser falado e mostrado.

Quem já não sentiu que estava errado em sentir o prazer que um pedaço de bolo traz? Ou se sentiu errado, fraco em tomar um sorvete para aplacar o calor? Esse é o início do comer transtornado que é antecedido na crença de que a restrição é o caminho para a saúde.

No final, todos e tudo está transfigurado. Noção de saúde, valores fracos, o que é ter sucesso, para que devemos comer, o respeito pelo nosso corpo e pelas nossas formas.

Fica aqui um alerta: não consuma esse tipo de informação, fuja de uma alimentação baseada somente em nutrientes, no que disseram que era bom ou ruim, no que disseram que era saudável ou não. Você precisa voltar a questionar o que está interiorizado. Sem esse questionamento, você se torna presa fácil de mensagens simplistas, distorcidas ou limitadas a um único ponto de vista.


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A busca pelo corpo perfeito

Cada época tem o seu padrão de beleza. Culturalmente, somos levados a entender que o corpo traz aceitação, mostra uma personalidade mais positiva, é sinônimo de sucesso, desejo e capacidade de realizar. Mas não é qualquer corpo. É o corpo idealizado e que se encaixa dentro dessa padrão. Como quebrar esse pensamento? Será que o corpo idealizado ou perfeito não é baseado em um padrão de beleza extremamente excludente? Nesse vídeo, eu e a psicóloga Flávia Scavone falamos sobre as consequências de acreditar que o corpo é fonte de felicidade, sucesso e desejo.

Transcrição do vídeo

Roberta (nutricionista): Oi, pessoal! Tudo bem? No vídeo passado, a gente falou muito sobre regras em relação à alimentação. E, a gente, aqui, eu e a Flá conversando, né, a gente começou, né, a conversar sobre a regra do corpo que a gente deseja ter, né. Porque, culturalmente, né, o corpo magro, ele é visto como o bem sucedido, né, o que tem atitudes positivas, né. E, muitas vezes, em busca desse corpo que a gente diz perfeito, que é o padrão, né, de beleza.

Flávia (psicóloga): Que a gente tem que ter, né. Ter que é a regra. A gente tem que ter esse corpo.

Roberta (nutricionista): Exatamente, né. Pra ser bem sucedido, pra ser desejado, né. É, a gente passa a buscar restrições excessivas na alimentação. E, muitas vezes, são restrições que a gente não consegue, é, suportar por um longo período. Não somente durante o processo de emagrecimento, Flá, mas, também, quando atingir o objetivo que tá se estipulando muito restrito, né. Então, se… Vou dar um exemplo aqui. Eu peso 100 quilos e desejo pesar 60 quilos, esses 60 quilos, pra eu manter, vai me impor uma restrição, talvez, que eu não consiga… não é natural, nem do corpo, né?

Flávia (psicóloga): É um sofrimento muito grande.

Roberta (nutricionista): É um sofrimento muito grande, né. E tem muita gente se propondo a fazer essas loucuras, até, que a gente chama, né, em relação à alimentação. E, Flávia, eu gostaria muito que você falasse sobre isso porque é algo imposto culturalmente, né, que a gente acredita que quando a gente chegar lá a gente vai ser mais bem sucedido, a gente vai ser mais feliz, né, a gente atinge aquele sonho, né? Como lidar com isso? Porque, muitas vezes, a gente chega lá e não é bem assim!

Flávia (psicóloga): Pois é… Eu falo, eu uso muito uma analogia pra gente entender o que acontece em relação à imagem corporal que são aqueles dias em que a gente acorda e se olha no espelho e nada do que a gente coloca fica bom, né. Todo mundo tem um dia desse ou, ao contrário, né, às vezes, no dia seguinte a gente acorda e se olha no espelho e a gente se adora, né. A gente adora aquilo que a gente tá enxergando mesmo estando com o mesmo peso de um dia pro outro. Por que? Porque aquilo que a gente vê no espelho nem sempre condiz com a imagem concreta e real, né. A imagem no espelho, ela é recheada, ela é muito influenciada pelas nossas emoções, tá. Então, muitas vezes o que acontece é que a genta tá passando por uma fase difícil, tá passando por alguma insatisfação, conflito existencial, é uma dificuldade qualquer, não tá se sentindo bem, né, não tá feliz. E quando a gente se olha no espelho, a gente acha que o problema tá no corpo que a gente tem. Tá? Então, aí, eu acho que toda essa cultura do corpo magro associado ao sucesso faz com que a gente, também, é, é vá por esse raciocínio. Então, peraí! Se eu to infeliz, se eu tô desconfortável, se eu tô angustiado, provavelmente, a culpa é desse corpo que eu tenho. Então, o corpo acaba levando a culpa de tudo. E aí, nessa hora, a gente acaba buscando emagrecer acreditando que, se ficar mais magro, tudo será resolvido. Só que doce ilusão a nossa, né! Eu acho que da grande maioria das pessoas quando elas vão percebendo que chegando perto desse peso ideal, a vida não mudou tanto assim ou aqueles problemas não foram solucionados depois de uma dieta. E muitas vezes o que acontece, Roberta, é que nessa hora, é que o reganho de peso também começa a acontecer porque se eu fiz todo esse esforço e a minha vida continuou cheia de problemas ou com dificuldades ou eu ainda nao me sinto bem dentro da minha própria pele que, eu acho, isso é importante a gente entender, é, então, não vale a pena, então, eu vou voltar a comer tudo o que eu comia antes, né. Então, eu acho, né, é mais uma questão… muitas vezes, a gente confunde muito o que que é o corpo ideal ou aquele corpo que dentro dele eu consigo me sentir em paz, né. Isso é muito mais uma questão existencial, emocional do que física.

Roberta (nutricionista): É… e eu acho interessante, né, que, culturalmente, o que vendem pra gente como a felicidade é o corpo, é você estar com o corpo bem magro. Não é nem magro, é beeem magro.

Flávia (psicóloga): É verdade. O padrão tá cada vez mais exigente.

Roberta (nutricionista): … mais exigente. Agora, as meninas têm ter o abdômen bem definido, né? É, e como se aceitar, perceber que “esse padrão não é o meu, esse padrão é muito restrito, não me cabe”, mas se aceitar, né, é numa forma um pouco maior do que esse padrão que, culturalmente, está sendo imposto, né. Como trabalhar isso?

Flávia (psicóloga): Eu acho que tem muito a ver com aquele vídeo, né, o nosso vídeo anterior sobre regras em relação à alimentação. Eu acho que a gente só vai conseguir fazer isso quando a gente começar a usar como referência o nosso bem estar e não ou o que é estabelecido socialmente. Então, onde eu me sinto, realmente, bem, né? Aquela conversa honesta que a gente tem que ter com a gente mesmo de que, “peraí, qual é o tamanho em que eu fico confortável? Por mim, né, e não em comparação a outras pessoas”. Então, é o que você falou, às vezes, eu emagrecendo 10 quilos ao invés dos 40, né, que você deu como exemplo, eu já tô saudável, né, os meus índices já estão bons, eu já tô me sentindo disposta, eu não preciso emagrecer os outros 30, se eu não quiser, né. Se, realmente, isso não for necessário pra mim, só se eu quiser me encaixar neste padrão.

Roberta (nutricionista): É… e, muitas vezes, chegando, talvez, nesse exemplo nosso, né, de, ao invés de emagrecer 40, emagreceu 10, vai perceber que não é o peso que ela quer mudar, “eu quero mudar outra coisa, ou é a atitude, sei lá eu”.

Flávia (psicóloga): Do jeito que eu me imponho. O que eu busco, o meu objetivo de vida, o que tá faltando pra mim? Que vazio é esse? Da onde vem? É uma outra construção mesmo que a gente faz. E o mais interessante, pessoal, é que a gente lida muito com pessoas e a gente sabe disso, que, muitas vezes, uma pessoa que está muito acima do peso não imagina, é que a própria pessoa que está sempre sendo muito radical com o próprio corpo, que faz dietas muito rígidas, que quer aquele corpo muito perfeito, é a pessoa que mais sofre. Porque ela nunca tá satisfeita! E é daí que tá a base de muitos transtornos alimentares. Então, pessoal, ela já tá magra, ela já tá com a musculatura, mas ela não para porque ela nunca se sente bem o suficiente. Então, qual é o ponto de toda essa batalha, né? Se eu sofro tanto pra continuar me sentindo mal, né?

Roberta (nutricionista): É. E não projetar pra nossa vida o que a gente vê no outro ou na capa de revista, né, porque você olha a capa de revista tá cheia de Photoshop, né. É, acho que nem as modelos se reconhecem quando olham a capa de revista.

Flávia (psicóloga): Eu acho, eu vou além ainda, hein, Rô. Acho que muitas vezes a gente vê a capa de revista e acha que aquela pessoa é super feliz…

Roberta (nutricionista): Exatamente!

Flávia (psicóloga): Super realizada… e nem sabe o que tá acontecendo na vida dela! Então, é a gente, realmente, tentar colocar isso nas devidas proporções. Entender que isso, também, é uma regra que não deveria ser, assim, tão aceita.

Roberta (nutricionista): Tão imposta, também, né? A gente sempre questionar, né? Eu acho que a gente, o grande, a coisa mais bacana quando a gente fala, também, de saúde e isso tá muito inerente quando a gente fala de emagrecimento, é questionar tudo o que a gente lê, né. Porque o que tem mais sendo distribuído por aí são meias verdades, viu? No meio de tantas meias verdades, tem mais mentiras do que verdades. Então, fiquem atentos! Acho que é isso, né, pessoal? Bem, eu termino aqui agradecendo vocês por estarem aqui assistindo a esse vídeo. É, e até o próximo, né?

Flávia (psicóloga): Isso aí! Deixem suas perguntas e comentários! E a gente se encontra no próximo vídeo!

Roberta (nutricionista): Tchau, pessoal!


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Projeto verão para a vida toda

Quando a primavera se aproxima e a temperatura começa a aumentar, alguns pensamentos relacionados ao corpo ou, melhor, à exposição dele, já começam a surgir: praia, piscina, roupa curta e, para quem deseja emagrecer, como chegar no verão aceitando melhor a imagem que se tem do próprio corpo.

A primeira ideia é colocar o projeto verão em prática. Já que o tempo é curto, isso pode significar uma grande restrição alimentar, excluindo grupos de alimentos como, por exemplo, doces, farináceos, frutas ou, ainda, algum nutriente específico como os carboidratos, o glúten ou a lactose.

Antes de já sair tomando algumas decisões relacionadas ao emagrecimento, é importante parar para pensar sobre o que deseja, sobre as expectativas e, também, como fazer para atingir o emagrecimento desejado. Se a intenção é colocar em prática um projeto, ele tem que ser pensado e planejado para que não surja nenhuma frustração no meio do caminho. Continuar lendo