Roberta Stella | Nutrição sem dieta


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Bem-vindo a #15dicas15 dias para uma alimentação saudável

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Para acessar o conteúdo das 15 dicas, basta clicar nos links abaixo:

Apresentação #15dicas15dias: uma mudança por dia para uma alimentação mais saudável

#1de15 Pense na qualidade dos alimentos e não na restrição

#2de15 Qual é o seu motivo para querer uma alimentação mais saudável? Quem tem motivo tem motivação

#3de15 Comece a se conscientizar das suas escolhas alimentares. Só mudamos o que sabemos.

#4de15 Faça mais escolhas saudáveis do que equivocadas

#5de15 Saiba a escolher os alimentos mais saudáveis

#6de15 Tenha atenção com a quantidade dos alimentos que consome

#7de15 Não caia na sedução do preço

#8de15 Saiba economizar dinheiro comprando alimentos saudáveis

#9de15 Realimentando a motivação

#10de15 Saiba quando começar e quando parar de comer

#11de15 Três refeições principais. E os lanches?

#12de15 Não existem alimentos que engordam. E nem os que emagrecem.

#13de15 Olhe para as suas necessidades

#14de15 A melhor alimentação

#15de15 Tenha sempre atenção


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Apresentação: #15dicas15dias: uma mudança por dia para uma alimentação mais saudável

Roberta Stella, nutricionistaOlá,

Eu sou Roberta Stella, nutricionista. Quero compartilhar com você algo que acredito muito. Mudanças pequenas e definitivas feitas ao longo do tempo levam à construção de um novo hábito alimentar.

Mas não vou arriscar a dizer que é simples esse processo porque, se você está há algum tempo querendo emagrecer, sabe que na trilha do caminho para a alimentação saudável pode acontecer de dar alguns passos para trás.

Sabendo disso e, também, sabendo que cada pessoa tem a sua história e comportamento alimentar, eu jamais afirmaria que a construção de um novo padrão alimentar se faz em 15 dias.

Entretanto, posso lhe dizer que se, diariamente, você adotar uma nova atitude alimentar e ela for consistente ao longo dos dias, tenho absoluta certeza que no final de 15 dias a sua alimentação já estará bem melhor. E o mais importante e motivante é que você sentirá o seu corpo funcionando melhor, dormindo bem, com mais disposição e confiança.

Planejei e fiz esse ciclo de dicas pensando em você. E para mim é fundamental que ele seja funcional ajudando em seu objetivo.

Por isso, deixo, aqui, meios para você entrar em contato comigo além desse site, para me dizer como está sendo a sua jornada, compartilhando suas dúvidas e, principalmente, seus avanços e suas vitórias.

Vou adorar estar em contato com você! Anote:

Facebook: facebook.com/bemcomerbem
Instagram: https://instagram.com/bem_comer_bem
YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCJe5ErPtC3If8wmm-cDV5Gg

Aproveite as dicas a seguir!

Até mais,

Roberta Stella
Nutricionista
CRN3 9788


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#1de15 Pense na qualidade dos alimentos e não na restrição

dica_1_finalO pensar sobre uma nova alimentação mais saudável, muitas vezes resulta em muitas restrições, separando alimentos proibidos dos permitidos. Esse tipo de atitude somente traz um caráter punitivo à alimentação e, a curto e médio prazo, leva à desistência do objetivo. Pense: quantas vezes já tentou melhorar a alimentação? Quantas vezes desistiu? A chance da desistência ser em decorrência da restrição, principalmente, dos alimentos mais palatáveis (ou mais gostosos) e proibidos é muito grande. Alimentação saudável não deve fazer você passar fome mas, também, não deve ter como base alimentos altamente calóricos e com baixa qualidade nutricional. Se você começar a escolher os alimentos mais saudáveis como frutas, legumes, verduras, cereais integrais (aveia, arroz integral, pão 100% integral), leite e derivados fermentados e ter mais cuidado com a frequência e quantidade de que come doces, salgadinhos e outros excessos alimentares, certamente, poderá comer uma boa quantidade de alimentos, fazer 4 a 5 refeições por dia e não passar fome.
Por isso, não pense em prato vazio ou que vai ficar horas e horas sem comer. Comece a ter em casa mais alimentos frescos e, claro, coma-os para não sair dizendo por aí que frutas, legumes e verduras estragam! ;)

Pense

  • Como você pensa que é uma alimentação saudável?
  • O seu alimento favorito faz parte dela? Se sim, o que pode fazer para controlar a quantidade do alimento e de vezes que o consome?
  • Sua geladeira e despensa têm alimentos mais saudáveis ou mais de menor qualidade nutricional (biscoitos, balas, doces, congelados)?
  • O que você precisa fazer para começar a mudança? Lembre-se que o objetivo é um ponto de chegada e que tem uma caminho a percorrer. Como você vê essa transição?

Essas questões são para você refletir e começar a visualizar e planejar a transição para uma alimentação mais saudável. Lembre-se que a mudança começa em você!


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#2de15 Qual é o seu motivo para querer uma alimentação mais saudável? Quem tem motivo tem motivação.

dica_2_finalEncontrar uma razão ou motivo forte o suficiente irá fazer com que você supere barreiras que são encontradas em qualquer processo de mudança, inclusive no de construção de um novo hábito alimentar. Durante a sua jornada para uma alimentação mais saudável, você encontrará momentos em que precisará ir além da força de vontade. Você irá precisar daquele sentimento e poder que está dentro de você e que, por ter um motivo tão forte, não irá fazer você desistir, muito pelo contrário, esse motivo irá te alavancar para continuar em frente. Percebe que para ter mais do que força de vontade, você precisa do apoderamento da transformação? Isso porque a alimentação saudável somente ocorrerá se você tiver um motivo forte o suficiente para não desistir porque ela depende unicamente de você. Por isso, é fundamental encontrar um grande motivo que dê aquela vontade tão grande que nada fará você desistir. Se o motivo não for tão forte, ele pode fazer com que, nessa trajetória, você desista do objetivo. E o que é esse motivo que te dá total apoderamento sobre o seu objetivo e, principalmente, sobre a trajetória que irá escolher para chegar até ele?

Vou dar um exemplo prático. Uma pessoa que deseja emagrecer 10 quilos. Surge um casamento e decide que, em 2 meses, eliminará essa quantidade de peso. É possível? Sim, claro que é! Mas o motivo é forte o suficiente para manter o peso depois do casamento? Provavelmente, não. Após o casamento, essa pessoa deverá encontrar um outro motivo que faça com que ela mantenha boas escolhas alimentares e, consequentemente, o peso alcançado.

Nesse caso, qual seria o motivo mais forte para manter o peso depois do casamento? Exemplos: querer emagrecer para melhorar a saúde ou para poder se aceitar melhor ou, ainda, para poder praticar exercícios físicos como, por exemplo, começar a correr. Para quem está planejando ter filho, talvez, ter uma gestação tranquila sem riscos para a mãe e nem para o bebê ou ser exemplo de boa alimentação para o filho e para a família. Esse motivo é muito pessoal e varia de pessoa para pessoa. Você precisa encontrar o seu!

Parece simples mas, necessita de muita reflexão. No momento que você encontrar esse motivo tão forte, ele será a sua motivação para, a todo momento que você precisar fazer uma escolha, irá lembrar dele e fará com que ela, a sua escolha, seja a melhor para chegar ao seu objetivo final.

Perceba que esse motivo irá trazer além de motivação, também, a certeza de que é um processo e que não precisa ser imediatista ou ter pressa para chegar onde você deseja, simplesmente, porque você já terá a certeza de que chegará lá.

Pense

  • Reserve um momento do dia em que poderá parar e pensar somente em você e nos seus objetivos.
  • Escreva em um caderno os motivos que te vêm à mente. Qual deles é forte o suficiente que não te fará desistir da sua busca por uma alimentação e peso mais saudáveis?
  • Todo dia, a cada escolha que fizer; lembre-se desse motivo.


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#3de15 Comece a se conscientizar das suas escolhas alimentares. Só mudamos o que sabemos.

dica_3_finalAntes de sair correndo jogando biscoito no lixo e ir ao mercado para comprar mais frutas, respire fundo e se dê, pelo menos, uma semana para entender as escolhas alimentares que você faz atualmente. O padrão alimentar que adotamos é decorrente de uma grande variedade de fatores, ou seja, ele vai além do que gostamos ou do que queremos comer. Entre esses vários fatores estão se a refeição é feita acompanhado ou não (refeição de negócios, reunião da família ou de amigos), qual é a emoção dominante antes de comer (ansiedade, tristeza, alegria, frustração, euforia), qual é o horário em que faz a refeição (pula refeição, fica muito tempo sem se alimentar, come a cada 3 horas ou belisca o dia inteiro), qual é o nível de fome (sem fome, pouca ou muita fome), local em que as refeições são realizadas (em casa, escritório, restaurante). E, acredite, a maioria das refeições são feitas baseadas em escolhas alimentares inconsciente, ou seja, sem pensar qual razão está levando a escolher determinados alimentos. Mas, pare para pensar em somente um dos fatores citados acima: você come mais doces ou descontroladamente quando está triste ou ansioso? ;) Imagina o impacto na alimentação somando de todos os fatores citados acima.

Ter a consciência de como se alimenta irá fazer você agir na causa, sabendo qual atitude tomar em cada ocasião ou situação.

Por isso, faça o seu diário alimentar. Não importa se for online ou em um caderno. E, anote as seguintes informações:

  • Data
  • Dia de semana (domingo, segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado ou domingo)
  • Refeição (café da manhã, almoço, jantar, lanche, beliscou)
  • Horário: se beliscou muito e não consegue colocar um horário, coloque o período (tarde, manhã ou noite)
  • Nível da fome (sem fome, pouca, muita fome)
  • Onde fez a refeição? (casa, casa de amigos, casa dos pais, restaurante, padaria, café, empresa).
  • Com quem estava?
  • O que sentia antes de comer? Descreva a sua emoção: por exemplo, alegria, euforia, tristeza, frustação, realização, felicidade, raiva ou culpa. Use somente um sentimento.
  • O que sentiu depois? Descreva a sua emoção: por exemplo, alegria, euforia, tristeza, frustação, realização, felicidade, raiva ou culpa. Use somente um sentimento.
  • Descreva os alimentos inserindo o maior número de detalhes possível:
  • alimento
  • tipo de preparo (frito, assado, à milanesa, à parmeggina, empanado, grelhado, ao vapor, cozido)
  • quantidade do alimento. Evite o termo “porção”, mas insira uma medida caseira. Por exemplo: ao invés de colocar 1 porção de arroz, descreva 3 colheres (sopa) de arroz se essa foi a quantidade consumida, claro!
  • Marca (se for um produto industrializado)

Parece que dá trabalho, mas dá mesmo! ;) Todos sabemos da complexidade que é o ato de se alimentar! Mas, os benefícios em descrever toda a alimentação são muitos. Com esse diário, você identificará:

  • Horários em que sente mais fome e o que pode ser feito para que isso não aconteça;
  • Quem são as pessoas que te motivam a ter uma boa alimentação e quem são os seus sabotadores;
  • As emoções que influenciam a comer excessivamente e que você deve ficar atento;
  • Qualidade dos alimentos que consome;
  • Quais refeições têm alimentos mais saudáveis;
  • Como as relações pessoais interferem na sua alimentação;
  • Como uma refeição pode impactar na sua autoconfiança.

Pense
– Apesar de precisar de um tempo para fazer esse diário alimentar, os benefícios dele são imensos. Se permita a fazê-lo, pelo menos, por uma semana. Crie o hábito de, periodicamente, fazê-lo, mesmo durante e após chegar ao seu objetivo. Ter consciência das suas escolhas é fundamental para fazer a mudança. Só mudamos o que sabemos.